quarta-feira, 7 de agosto de 2013

BAHIA: Mãe envenena filha no Sudoeste baiano.

Uma mãe envenenou a filha, de apenas quatro anos, na cidade de Brumado, sudoeste da Bahia. O crime aconteceu na noite de sábado (3/8), quando a mulher colocou chumbinho no iogurte da criança. Após o crime, a mulher também se envenenou.
As duas foram internadas no Hospital Magalhães Neto, pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU). Elas não correm risco de morte. A mãe poderá ser indiciada por tentativa de homicídio. Fonte: Jornal Tribuna da Bahia.

Bomba atinge campo de futebol e mata 11 crianças e fere 24 no Paquistão.

Pelo menos 11 crianças morreram e 24 ficaram feridas quando a explosão de uma bomba atingiu um campo de futebol na cidade de Karachi, no Sul do Paquistão, na manhã desta quarta-feira (7). De acordo com a imprensa local, uma bomba amarrada em uma motocicleta foi acionada em um campo de futebol no bairro de Lyari.
Os moradores deixavam o local após a partida de futebol entre os dois times infantis quando a explosão ocorreu. A maioria das crianças mortas e feridas tinha entre 12 e 14 anos. Segundo fontes médicas, alguns dos feridos estão em situação crítica.
Oficiais do esquadrão antibomba disseram que 5 quilos de explosivos foram usados na bomba detonada por meio de controle remoto. Nenhum grupo reivindicou a responsabilidade pelo atentado até o momento. Fonte: Agência Xinhu.

Crianças atropeladas são levadas para o Hospital Geral do Estado em Salvador.

Transferidas para Salvador as duas crianças que sobreviveram a um atropelamento quinta-feira passada,  na cidade de Itapetinga, no sudoeste da Bahia. As crianças deixaram sábado o Hospital Cristo Redentor (HCR), sendo entregues no Hospital Geral do Estado (HGE), para a continuidade do tratamento.
A transferência teria ocorrido por recomendação da equipe medica do HCR, já que o HGE é referência em atendimento aos casos de politrauma pediátrico. A unidade hospitalar informou ainda que as duas crianças estão estáveis,  mas o estado de saúde delas ainda é delicado e inspira cuidados. As duas outras crianças que morreram no atropelamento foram sepultadas na sexta-feira. Muitas crianças, amigas das vítimas, acompanharam a cerimônia de despedida. O motorista do caminhão que atropelou as crianças não prestou depoimento na sexta-feira, como estava previsto, segundo informações do delegado Roberto Junior. Ainda hoje, os policiais da cidade tentarão localizar o responsável pelo acidente, para entregar a intimação.
Uma testemunha do acidente no bairro Vila Suzano, em Itapetinga, foi ouvida na quinta-feira. Ela afirmou que o freio do caminhão falhou e que o motorista do veículo prestou socorro às vítimas por cerca de 30 minutos, mas fugiu do local com receio da reação dos populares, que ficaram agressivos com o acidente. Fonte: Mariacelia Vieira.

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Caminhão sem freio atropela 4 crianças e mata 2 na Bahia.

Salvador - Duas crianças, de 4 e 7 anos, morreram, e outras duas, de 6 e 7 anos, ficaram feridas, na manhã desta quinta-feira, 01, depois de um caminhão carregado de areia perder o freio e descer de ré uma ladeira do bairro periférico Vila Suzano, em Itapetinga (BA), 562 quilômetros a sudoeste de Salvador.
Testemunhas contam que o motorista do caminhão, que não teve o nome divulgado pela polícia, notou que o veículo não conseguiria subir a ladeira e tentou fazer uma manobra em uma rua transversal, de ré, quando percebeu que o veículo estava sem controle. Ele chegou a alertar as crianças, que brincavam na calçada, a sair do local. O caminhão, porém, atropelou as vítimas e só parou ao bater no muro de um terreno.
De acordo com informações colhidas pela polícia, o motorista e seu ajudante fugiram do local ao perceberem que poderiam ser linchados pelos moradores da região. O caminhão, que prestava serviços à prefeitura para a construção de uma creche no bairro, foi depredado.
As quatro crianças foram levadas para o Hospital Cristo Redentor. Duas delas, primos de 4 e 7 anos, chegaram ao local sem vida. As outras duas, uma menina de 7 anos e um menino de 6, irmãos dos dois primeiros, estão internadas em estado grave, com fraturas e hemorragia interna.
Segundo o delegado Antonio Roberto Gomes Silva Júnior, que coordena as investigações, o motorista do caminhão pode responder por homicídio e omissão de socorro. Já identificado pelos policiais, ele é esperado para prestar depoimento ainda nesta quinta-feira. Fonte: Estadão.

BAHIA: Criança é baleada em abordagem policial em Itinga.


Ontem (31) por volta das 20h30, uma criança com as iniciais B.D.S, de apenas três anos de idade, foi atingida por uma bala durante uma abordagem policial no CAIC, em Itinga.

De acordo com Tainá Lima Dias (17), a mãe da vítima, seu filho estava num carro do vizinho junto com outro coleguinha da mesma idade, para comprar um acarajé, quando um policial abordou o veículo. O incidente aconteceu porque o motorista do carro não teria visto o pedido do PM para que parasse, então disparou seis tiros contra o carro, sendo que um desses atingiu a perna esquerda do garoto.

O garoto foi socorrido e levado para o Hospital Jorge Novis, logo depois encaminhado para o Hospital Geral do Estado, onde passou por cirurgia. Segundo o hospital o menino passa bem.


Segundo a polícia, o motorista foi preso por estar embriagado e não possuir carteira de habilitação. Fonte: *Adailton Reis (adailtonreisbahia@hotmail.com)/Blog Letras & Tons/Foto: Google.


sábado, 20 de julho de 2013

Baiana é presa na Alemanha acusada de sequestrar filho, diz família.

Família está desesperada com prisão de Cátia.

Uma baiana de 37 anos está presa na Alemanha, segundo familiares, depois que voltou ao país para tentar entrar em acordo com o pai do filho - ela trouxe a criança para o Brasil sem autorização. O filho, de 6 anos, nasceu na Alemanha e a guarda provisória da criança depois da separação do casal era do pai. 

Cátia Gomes dos Santos viajou de Porto Seguro, onde vive e trabalha como comerciante, para Frankfurt, na Alemanha. Ao desembarcar no aeroporto, ela foi imediatamente presa, de acordo com o irmão, José Nilton Gomes dos Santos. "Isolaram ela, levaram para outra cidade, não deixam ela ligar. Soubemos do fato por uma amiga dela", diz. 

De acordo com José Nilton, Cátia conheceu o pai do filho em Porto Seguro e os dois se casaram por volta do ano de 2007, vivendo em uma cidade pequena na Alemanha. Depois de um tempo, o relacionamento se complicou e eles começaram a se desentender. A família diz que Cátia sofria abusos físicos e psicológicos. Ela resolveu então deixar o marido. "Depois que ela se separou dele, continuou morando lá. Ele continuava procurando ela, ameaçando ela. Nesse meio tempo, ele entrou na Justiça para poder ficar com a guarda da criança", explica José Nilton. 

Infeliz por viver sem o filho e preocupada com as ameças, Cátia decidiu voltar para o Brasil. Há cerca de 7 meses, voltou para a Bahia, trazendo a criança. "Ela não aguentava mais o sofrimento", conta o irmão.
Cátia manteve contato com o ex-marido pela internet. "Em contato pelo Skype ele falou para ela voltar para eles resolverem tudo. Ele preparou uma emboscada para ela", acredita José Nilton. A comerciante resolveu ir à Alemanha tentar um acordo com o ex, deixando a criança com a avó em Itabela. 

Cátia chegou em Frankfurt na segunda-feira (15) pela manhã, quando foi presa. "Ela está como uma prisioneira, sendo acusada de sequestrar o filho, não deixam ela falar com ninguém", diz o irmão. A família está desesperada com a falta de notícias e com ajuda da comunidade faz uma arrecadação de dinheiro para tentar enviar alguém à Alemanha para acompanhar o caso de perto. 

A Convenção de Haia, da qual o Brasil é signatário, determina que uma criança retida de maneira ilícita em um dos países que faz parte do acordo deve ser devolvida imediatamente para que a guarda seja decidida no local de residência habitual da criança. 

A reportagem entrou em contato com o Itamaraty que, através de assessoria de imprensa, informou que não tem como confirmar durante o fim de semana se está acompanhando o caso. Já no consulado brasileiro em Frankfurt ninguém atende o telefone. Fonte: Jornal Correio da Bahia/ Foto: Arquivo Pessoal.



quarta-feira, 10 de julho de 2013

Bebê considerado morto é encontrado vivo em capela de hospital no Paraná.

Um bebê considerado morto em um hospital de Joaquim Távora, no interior do Paraná, foi encontrado com vida na capela do hospital três horas depois. O caso aconteceu na segunda-feira (8), data em que a menina nasceu. Ela segue internada em estado grave na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Infantil Sagrada Família, em Londrina.
Segundo reportagem do G1, a menina nasceu viva, mas a equipe médica constatou que ela não respirava. Um médico foi chamado para assistir a equipe, que fez várias tentativas para reanimar o bebê, sem sucesso. Eles pararam ao perceber a ausência de sinais vitais da menina. "Eu posso garantir: a criança estava morta. As pupilas não respondiam mais à luz. Todos os sinais comprovavam que não havia mais vida", diz a enfermeira Ana Cláudia Oliveira, presente no parto.
Como se tratava de uma criança, a enfermeira solicitou que o corpo seguisse para a capela do hospital. "É um anjinho, uma criança. Não queria que fosse para o necrotério", conta. Uma auxiliar de enfermagem ainda limpou a menina e a vestiu com uma roupa para o enterro. "Eu vi. Ela estava roxinha, completamente morta".
Três horas depois, no entanto, a avó da menina, a dona da funerária contratada e a própria enfermeira perceberam que a menina mexia as pernas - ela estava enrolada em um cobertor no altar. "Quando eu vi, não sabia se ficava feliz ou triste. Fiquei sem reação", relembra a avó, Eliza Cabral Silva. "Não acreditava no que estava vendo. Foi Deus".
A opinião é a mesma da enfermeira. "Não há explicação médica. Eu, pessoalmente, só posso acreditar que foi um milagre", acredita. A dona da funerária, Rosiles Ferro, também demonstrou emoção com o caso.  "A avó me ligou para buscar o corpo e eu fui. Chegando lá, encontrei o corpo da menina em cima do altar da capela. De repente, vimos que ela ergueu a perninha. Nós nem acreditamos. Ela estava respirando. Nos abraçamos e começamos gritar: 'Ela está viva, ela está viva!'", conta.
Segundo o Hospital Infantil Sagrada Família, a criança, que respira com a ajuda de aparelhos, ainda não tem diagnóstico confirmado. Fonte: G1.