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terça-feira, 20 de janeiro de 2015

Menino de 5 anos não vai a festa de amigo e família recebe conta de R$ 63

A família de um menino britânico de apenas cinco anos de idade recebeu uma conta de 15,95 libras (cerca de R$ 63) depois que o menino faltou à festa de aniversário de um amigo. Alex Nash, 5 anos, mora na Cornualha, condado na região sudoeste da Inglaterra, e foi convidado para a festa pouco antes do Natal. 

Semanas depois da festa, a família do menino recebeu a conta de quase 16 libras, enviada pela mãe do aniversariante, Julie Lawrence, que alegou que o fato de Alex não ter ido ao aniversário fez com que ela perdesse dinheiro.

Menino de 5 anos não vai a festa de amigo e família recebe conta de 15,95 libras.

Na carta, Julie afirma que os pais de Alex tinham os contatos dela e que poderiam ter avisado que o menino não iria à festa. O pai de Alex, Derek Nash, afirma ter sido alertado para pagar a conta do aniversário, caso contrário, seria levado a um tribunal de pequenas causas. 

Os pais de Alex aceitaram o convite para a festa em dezembro, pouco antes do Natal. O aniversário ocorreria em um parque de Plymouth, Devon, onde há uma pista artificial de esqui. Contudo, após aceitarem o convite, os pais de Alex perceberam que o menino iria estar com os avós no dia da festa e, por isso, não poderia comparecer. Os pais de Alex alegam que não tinham os contatos de Julie para avisar sobre o imprevisto na época. 

Na semana passada, os pais do menino afirmam terem encontrado a conta na mochila de escola dele. "Era uma conta mesmo, com detalhes oficiais completos e até os dados bancários dela (Julie, a mãe do aniversariante)", disse Derek Nash, pai de Alex. 

"Compreendo que ela está chateada por perder dinheiro. O dinheiro não é problema, é a forma como ela tentou tirar o dinheiro de nós". "Ela não me tratou como ser humano, ela me tratou como uma criança que deveria fazer o que ela manda", acrescentou. Fonte: Correio.



terça-feira, 16 de dezembro de 2014

Ataque terrorista mata mais de 100 crianças no Paquistão

Uma ataque do Taleban a uma escola em Peshawar, no Paquistão,deixou pelo menos 126 pessoas mortas e 122 outras feridas. De acordo com Bahramand Khan, diretor de informação do governo local, disse que mais de cem vítimas eram crianças. Os mortos tinham, em sua maioria, de 12 a 16 anos.



Segundo a polícia local, três fortes explosões foram ouvidas na escola. O Taleban disse ter enviado seis homens-bomba ao local e quatro deles morreram, de acordo com o Exército local. Os Talebans fizeram centenas de estudantes reféns em uma escola militar e o grupo afirma ainda manter mais de 300 pessoas presas na escola.  

Estado IslâmicoO Taleban paquistanês luta para derrubar o governo e criar um estado islâmico. O grupo disse que vai intensificar ataques contra alvos paquistaneses em resposta a uma grande operação militar contra os insurgentes nas áreas tribais.O ministro da saúde local, Shahram Khan, já havia informado antes sobre a morte de 16 crianças, uma professora e um soldado. Fonte: Ibahia.

terça-feira, 10 de setembro de 2013

Garoto de 10 anos trabalha em fabricação de armas para rebeldes na Síria.



Issa, 10, posa para foto na fábrica de armas do Exército Livre da Síria, onde trabalha, em Aleppo, reduto da revolta contra o regime de Bashar Assad. Ele trabalha com o pai na fábrica por dez horas todos os dias, exceto às sextas-feiras. Fonte:Hamid Khatib/Reuters.




Leia mais em: http://zip.net/bmkS79




quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Bomba atinge campo de futebol e mata 11 crianças e fere 24 no Paquistão.

Pelo menos 11 crianças morreram e 24 ficaram feridas quando a explosão de uma bomba atingiu um campo de futebol na cidade de Karachi, no Sul do Paquistão, na manhã desta quarta-feira (7). De acordo com a imprensa local, uma bomba amarrada em uma motocicleta foi acionada em um campo de futebol no bairro de Lyari.
Os moradores deixavam o local após a partida de futebol entre os dois times infantis quando a explosão ocorreu. A maioria das crianças mortas e feridas tinha entre 12 e 14 anos. Segundo fontes médicas, alguns dos feridos estão em situação crítica.
Oficiais do esquadrão antibomba disseram que 5 quilos de explosivos foram usados na bomba detonada por meio de controle remoto. Nenhum grupo reivindicou a responsabilidade pelo atentado até o momento. Fonte: Agência Xinhu.

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Bebês dormem em caixa de papelão na Finlândia.

Há 75 anos, todas as mulheres grávidas na Finlândia recebem um kit de maternidade do governo. O kit inclui uma caixa com roupas, lençóis e brinquedos, e a ideia é que a própria caixa seja usada como cama durante os primeiros meses de vida do bebê.

Muitos acreditam que o kit ajudou a Finlândia a alcançar uma das mais baixas taxas de mortalidade infantil do mundo.

É uma tradição com origem na década de 1930, e desenvolvida para dar a todas as crianças na Finlândia um começo de vida igual, independente da classe social.

O kit de maternidade, é um presente do governo, e está disponível para todas as gestantes.

Ele contém macacões, um saco de dormir, roupas de inverno, produtos de banho para o bebê, assim como fraldas, roupas de cama e um pequeno colchão.

Com o colchão no fundo, a caixa torna-se a primeira cama do bebê. Muitas crianças, de todas as classes sociais, têm seus primeiros cochilos dentro da segurança das quatro paredes da caixa de papelão.



Acompanhamento pré-natal para todos
As mães podem escolher entre receber a caixa, ou uma ajuda financeira, que atualmente é de 140 euros (390 reais), mas 95% optam pela caixa, pois vale muito mais.

A tradição começou em 1938, mas inicialmente o sistema só estava disponível para as famílias de baixa renda. Mas isso mudou em 1949.

'A nova lei diz que para receber o kit ou o dinheiro, as gestantes têm que visitar um médico ou uma clínica pré-natal municipal antes do quarto mês de gestação,' disse Heidi Liesivesi, que trabalha no Kela, o Instituto de Seguro Social da Finlândia.

Na década de 1930, a Finlândia era um país pobre e a mortalidade infantil era alta - 65 em 1.000 bebês morriam. Mas os números melhoraram rapidamente nas décadas que se seguiram.

Mika Gissler, professora do Instituto Nacional para Saúde e Bem-Estar em Helsinque, acredita que o kit de maternidade e os cuidados pré-natal para todas as mulheres introduzido na década de 1940, um sistema de seguro de saúde nacional, e um sistema central da rede hospitalar na década de 1960 foram fundamentais para reverter essa situação.


As mães mais felizes do mundo
Aos 75 anos de idade, o kit é agora uma parte estabelecida do rito finlandês de passagem para a maternidade, unindo gerações de mulheres.

'É fácil saber em que ano os bebês nasceram, porque as roupas do kit mudam um pouco a cada ano. É bom comparar e pensar: 'Ah, aquele menino nasceu no mesmo ano que o meu'', diz Titta Vayrynen, de 35 anos, mãe de dois filhos pequenos.

Para algumas famílias, o conteúdo da caixa seria inviável se não fosse gratuito.

'Um relatório publicado recentemente dizia que as mães finlandeses são os mais felizes do mundo, e na hora eu pensei na caixa. Somos muito bem cuidados pelo governo, mesmo agora, que alguns serviços públicos sofreram pequenos cortes', diz ela.

O conteúdo da caixa mudou muito ao longo dos anos, refletindo a mudança dos tempos.


Símbolo de igualdade
'Os bebês costumavam dormir na mesma cama que os pais, e foi recomendado que esse costume acabasse', disse Panu Pulma, professor de História Finlandesa e Nórdica da Universidade de Helsinque. 'Incluir a caixa no kit serviu como um incentivo para os pais colocarem os bebês para dormir separados deles.'

Em um certo momento, mamadeiras e chupetas foram removidos para incentivar o aleitamento materno.

'Um dos principais objetivos de todo o sistema era fazer com que as mulheres amamentassem mais', diz Pulma,'e funcionou'.

Ele também acha que incluir livros infantis teve um efeito positivo, encorajando as crianças a segurar os livros, e, um dia, lê-los.

Pulma acredita que a caixa é um símbolo. Um símbolo da ideia de igualdade, e da importância das crianças. Fonte: BBC Brasil.

terça-feira, 7 de maio de 2013

Criança de 6 anos resgatada em casa nos EUA é filha de sequestrador com refém.

A criança de 6 anos que foi resgatada com três mulheres sequestradas em uma casa em Cleveland, Ohio, é filha de um dos sequestradores com uma das reféns, de acordo com a polícia, segundo informou a agência de notícias France Press. As três mulheres, que estavam desaparecidas há mais de uma década, foram libertadas hoje, depois que uma delas conseguiu fugir da casa.

A polícia confirmou que a criança é filha de Amanda Berry, 27, a jovem que conseguiu fugir. Depois da fuga dela, a polícia foi chamada e descobriu outras duas reféns na casa, Gina DeJesus, 23, e Michele Knight, 32. Três irmãos foram presos por envolvimento no caso.

Não foram dados detalhes sobre com as três reféns viviam na casa e ao que eram submetidas. As três desapareceram em situações aparentemente desconectadas, em anos diferentes, mas na mesma região da cidade - Michele sumiu em 2002, Amanda em 2003 e Gina em 2004.


Amanda Berry (centro), ao lado de irmã e da criança que também foi mantidas em cativeiro (Foto: AFP).

As mulheres foram encaminhadas a um hospital, onde passaram a noite para se recuperar de sintomas de desnutrição e fazer exames de corpo de delito para verificar suspeitas de abusos sexuais. Elas foram liberadas na manhã de hoje e levadas para as casas de suas famílias.

Em entrevista à emissora WEWS, Charles Ramsey, que era vizinho da casa que servia de cativeiro para as garotas, disse ter ouvido gritos enquanto comia, no início da tarde da ontem. Ele olhou para fora e viu uma mulher tentando pedir ajuda. “Eu olhei uma menina se retorcendo para tentar sair da casa. Eu andei até o portal de entrada da casa e ela me disse: “Me ajuda a sair daqui, estou nessa casa há muito tempo”, disse o vizinho, que se comunicava com Amanda. Achando que era uma briga doméstica, ele arrombou a porta e Berry saiu com uma criança nas mãos.

“Liga para a polícia, meu nome é Amanda Berry”, disse a refém que, em seguida, conseguiu fazer a denúncia do sequestro. Ao chegar a polícia, Amanda disse que havia mais mulheres dentro do cativeiro. Os agentes entraram na casa e retiraram Georgina DeJesus e Michelle Knight.

Angela Garcia, vizinha do cativeiro, disse que elas gritavam como loucas quando saíram da casa. “Elas pareciam desesperadas, gritavam, choravam e corriam.” Ramsey afirmou que as mulheres pareciam desnutridas quando saíram da casa. Questionado sobre os homens presos que eram seus vizinhos, ele disse que nunca tinham despertado suspeitas. “Eles não tinham nada de especial.”

Irmãos Pedro, Ariel e Onil foram presos pela polícia; casa era de Ariel.


Suspeitos

A polícia diz que um dos suspeitos preso, Ariel Castro, já havia sido ouvido pela polícia, mas em um caso sem qualquer relação com o sequestro. Em 2004, quando era motorista de ônibus escolar, ele foi acusado de deixar um menino sozinho dentro do veículo. Na época, Ariel disse que não tinha percebido que a criança ainda estava no ônibus.

Os agentes confirmaram que o suspeito usava como endereço em documentos a casa usada como cativeiro. Os outros dois acusados moravam em outros lugares. Nenhum deles está na lista de casas buscadas pela polícia nos últimos dez anos suspeitas de ser o local de cativeiro das meninas.

O prefeito de Cleveland, Frank Johnson, afirmou que há registros de revista à casa usada como cativeiro pelos sequestradores em 2000 e 2004, quando De Jesus e Knight foram sequestradas, mas sem informações sobre atitudes suspeitas. Os agentes ainda dizem acreditar que a menina de seis anos encontrada com Amanda Berry seja filha da mulher sequestrada.


Fonte: France Press.Foto: AFP.


segunda-feira, 11 de março de 2013

Criança de 8 anos se casa com mulher de 61 anos




Um casamento no mínimo curioso foi celebrado na África do Sul neste fim de semana. O pequeno Sanele Masilela, de 8 anos, uniu-se à Helen Shabangu, de 61, em uma cerimônia que reuniu 100 pessoas, de acordo com informações do The Sun. 
 
Segundo a publicação, a família do menino teria declarado que foi um pedido do avó da criança. “Ele lhe pediu para se casar antes de morrer. Ele escolheu Helen porque ele a ama. Ao fazer isso, fizemos os ancestrais felizes. Se não tivéssemos realizado o casamento, algo de ruim teria acontecido na família”, contou a mãe de Sanele, Patience Masilela, de 46 anos. 
 
Para as famílias, o evento foi mais um ritual, já que não houve certidão de casamento, e os dois não viverão juntos. Mas o casal chegou a trocar alianças e dar um beijo. O curioso é que Helen, a noiva, já é casada e tem cinco filhos. Todos compareceram à cerimônia. “Eu estou feliz que eu me casei com Helen. Quando estiver mais velho, vou me casar com uma mulher da minha idade”, afirmou o noivo. Fonte: The Sun.

sábado, 5 de janeiro de 2013

Três granadas são encontradas em lixeira de Walt Disney World.


Polícia não chegou a classificar a situação como ameaça de atentado terrorista.





Três granadas de mão foram encontradas em uma lixeira em Walt Disney World, na Flórida, nos Estados Unidos, na noite de quinta-feira. Um funcionário estava esvaziando os recipientes de lixo no estacionamento exclusivo para funcionários na área de Downtown Disney, que funciona como um centro de compras, restaurantes e entretenimento, quando encontrou os três objetos.

As granadas foram transferidas para outro local por razões de segurança, mas a investigação revelou que elas não representavam perigo. A porta-voz da Disney, Kathleen Prohoda, disse ao jornal americano Orlando Sentinel que não houve interrupção das atividades para os clientes e visitantes e que o Downtown Disney estava funcionando normalmente ontem.  

Embora ainda não seja claro como as granadas acabaram no lixo, acredita-se que elas foram usadas em treinamentos de soldados e muitas pessoas costumam colecionar. A polícia investiga o caso, mas não chegou a classificar a situação como ameaça de atentado terrorista.