terça-feira, 10 de setembro de 2013
Garoto de 10 anos trabalha em fabricação de armas para rebeldes na Síria.
Menina de 8 anos morre em lua de mel com marido de 40.
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| Projeto de lei tentou aumentar idade mínima para casamento, mas foi rejeitado por conservadores (Imagem Ilustrativa). |
Uma criança de oito anos morreu no último sábado (07/09) no Iêmen após a lua de mel com o marido de 40 anos, informaram nesta segunda-feira (09/09) as agências dpa e AFP. Segundo os médicos, a menina morreu com ferimentos internos no útero.
A jovem, chamada Rawan, foi vendida pelo padrasto para um saudita por cerca de R$ 6 mil, segundo o jornal alemão Der Tagesspiegel. A morte aconteceu na área tribal de Hardh, na fronteira com a Arábia Saudita.
Ativistas de direitos humanos pressionam para que o saudita e a família da menina sejam responsabilizados pela morte.
“Após este caso horrível, repetimos nossa exigência para uma lei que restrinja o casamento para maiores de 18 anos”, afirmou um membro do Centro Iemenita de Direitos Humanos para a dpa.
Em 2010, outra garota de 13 anos já havia morrido com sangramentos internos cinco dias após o casamento (forçado), de acordo com outra organização de direitos humanos que atua na região.
Há quatro anos, uma lei tentou colocar a idade mínima de 17 anos para o casamento. No entanto, ela foi rejeitada por parlamentares conservadores, que a classificaram de “não islâmica”. Fonte: Agências dpa e AFP.
segunda-feira, 2 de setembro de 2013
Mãe e filho morrem após carro desgovernado invadir diversas casas em Alagoinhas.
Uma mulher e uma criança de quatro anos morreram em um grave acidente no município de Alagoinhas, localizado a 108 quilômetros de Salvador. De acordo com a Delegacia de Polícia Civil da cidade, o incidente aconteceu às 18h deste domingo (1), quando o motorista de um Fiat Uno vermelho perdeu o controle da direção, atropelou Matheus Santos Lima, de quatro anos, arremessando-o para longe antes de invadir diversas casas na região.
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| Menino foi atropelado pelo veículo, mãe dele estava dentro de casa e morreu (Foto: Aragão Notícias). |
A mãe do menino, Maria Helena Cruz Santos, 41 anos, estava no interior de uma das residências. Nem ela nem o filho resistiram aos ferimentos, e morreram no local. O condutor do Uno, Ronaldo Leal Ribeiro, 31, também se feriu durante a colisão. Uma estaca de madeira ficou enfiada no peito do motorista, que foi socorrido para o Hospital Geral Dantas Bião, em Alagoinhas, antes de ser transferido para o Hospital Geral do Estado (HGE) em Salvador.
Mais dois homens, passageiros do veículos, ficaram feridos no acidente. Edvan Oliveira Ribeiro, 35 anos, e Jailson Sena Cruz, 19, foram socorrido por ambulâncias do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) para a mesma unidade médica onde o motorista ficou inicialmente internado.
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| Motorista se feriu e ficou com uma estaca de madeira enfiada no peito (Foto: Aragão Notícias). |
Testemunhas relatam para a polícia que o motorista apresentava sinais de embriaguez. A gravidade dos ferimentos e o estado de saúde das vítimas não foram divulgado pela polícia. O carro envolvido no acidente foi removido do local e se encontra no pátio da delegacia de Alagoinhas, onde deve passar por uma perícia para determinar se Ronaldo Ribeiro dirigia em alta velocidade.
Os corpos do menino de quatro anos e da mãe dele foram encaminhados para o Departamento de Polícia Técnica (DPT) de Alagoinhas, e devem ser liberados para o sepultamento nesta segunda-feira (2).
Moradores fecham via em protesto contra o acidente nesta segunda (2)
Revoltados com o acidente, moradores do bairro Mangalô, onde o acidente aconteceu, fecham a a rua principal que dá entrada ao local em protesto contra o acidente. Segundo o radialista Adelmo Mota, eles dizem que não irão liberar a via enquanto as autoridades não instalarem redutores de velocidade no local. Fonte: Jornal Correio da Bahia.
domingo, 18 de agosto de 2013
Família é atacada por abelhas dentro de casa em Brumado.
Uma mulher de 50 anos e duas crianças, de 5 e 11 anos, foram atacadas na manhã deste domingo (18) por um enxame de abelhas. As vítimas estavam dentro de casa foram socorridas por vizinhos, sendo levadas para o Hospital Professor Magalhães Neto.
De acordo com informações do site local Brumado Notícias, a mulher estava tomando banho quando sofreu os ataques. Ela e as crianças teriam levado dezenas de picadas do enxame. As vítimas devem receber alta apenas nesta segunda-feira (19).
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| Insetos foram encontrados mortos no chão da casa pouco depois do ataque. |
Pouco depois do caso, algumas abelhas foram encontradas mortas no chão da residência, na avenida João Paulo I. Ainda segundo o Brumado Notícias, a suspeita é que os insetos estariam alojados em um terreno baldio no fundo da casa das vítimas. Fonte: Lay Amorim/Brumado Notícias.
terça-feira, 13 de agosto de 2013
Polícia do Rio investiga morte de menino de 3 anos.
A Polícia Civil apura a morte de um menino de 3 anos com marcas de espancamento, na zona norte do Rio. O padrasto da vítima, Wagner de Simone, de 30 anos, é o principal suspeito. Ele está preso, indiciado sob a acusação de praticar o crime de tortura, seguida de morte. Davi Ruan Rodrigues da Costa morreu no último dia 5.
Desfalecido, ele foi levado a um pronto-socorro no subúrbio carioca pela mãe, Daiane Rodrigues da Silva, de 26 anos. Ela disse que o filho se machucara ao rolar de uma escadaria. De acordo com os médicos, a causa da morte pode não ter sido uma queda. Davi tinha hematomas na barriga e cabeça, além de mordidas nos braços.
No prontuário do atendimento foi registrado que o garoto apresentava indícios de ter morrido em decorrência de atos violentos. Acionada, a Polícia Civil começou a investigar o caso e deteve o padrasto, que trabalha em uma sapataria.
Segundo o inquérito, o suspeito assumiu ter agredido o enteado com socos na barriga porque ele recusara a beber um copo de leite. A mãe de Davi, grávida de dois meses, também foi indiciada por omissão de socorro. Segundo o delegado Antenor Martins, ela tentou acobertar as agressões praticadas pelo marido e demorou pelo menos dez horas para providenciar atendimento médico para o menino. “A espera foi fatal”, afirmou o policial. Fonte: O Estadão.
sexta-feira, 9 de agosto de 2013
BAHIA: atentado com coquetel molotov fere criança e mais cinco pessoas.
Uma criança de nove anos e mais cinco pessoas ficaram feridas
durante um atentado em uma lanchonete do município de Jacobina, localizado a 330
quilômetros da capital baiana. O crime aconteceu por volta das 20h30 desta
quarta-feira (8), na Praça Dois de Julho.
Segundo informações da Delegacia de Jacobina, dois homens em
um motocicleta lançaram um coquetel molotov, bomba incendiária de fabricação
caseira, no interior do estabelecimento. A explosão causou um grande pânico na
lanchonete Cuscuz com Recheio, que estava cheia no momento do atentado.
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| Lanchonete estava cheia no momento do atentado (Foto: Big Boy da Divix) . |
Seis pessoas ficaram feridas durante o incidente.Entre elas,
uma criança de nove anos que sofreu queimaduras de terceiro grau e foi socorrida
para o Hospital Geral do Estado (HGE). A irmã da menina, Camila Aquino dos
Santos, 18 anos, também está internada na unidade médica em estado grave.
As outras vítimas foram socorridas para o Hospital Municipal
Antônio Teixeira Sobrinho, com queimaduras de segundo grau. De acordo com o site
Corino Urgente, elas foram identificadas como Rebeca Coelho de Oliveira Lima, 19
anos, Saane Silva Souza, 22, José Raimundo de Lima, 36 e Dailtom Medeiros da
Silva, 27 anos.
Impacto da bomba destruiu lanchonete no centro de Jacobina (Foto: Corino Urgente).
O estado de saúde das seis pessoas atingidas pelo coquetel
molotov durante o incidente não foram divulgados pelas respectivas unidades
médicas. Este é o primeiro tipo de atentado registrado na cidade.
O motivo do crime ainda não foi esclarecido, mas ainda segundo
a Polícia Civil da região, os dois homens suspeitos da autoria do atentado já
foram identificados. O nome dos criminosos, no entanto, não foi divulgado. Fonte: Jornal Correio da Bahia.
Vizinha diz que viu PM pulando muro da casa de família morta.
Uma vizinha da família de PMs morta em São Paulo disse que viu
duas pessoas, incluindo um policial militar fardado, pularem o muro da casa onde
o crime aconteceu por volta do meio dia de segunda-feira (5). Segundo a
testemunha, os homens comentaram que a família estava morta.
"Ele falava que ele entrou na casa e viu todo mundo morto. E
saiu. Só que daí, eles saíam e não veio ninguém. Só às sete horas da noite que
veio aparecer alguém", contou a mulher à TV Record.
Os corpos de Andreia Bovo Pesseghini, Luis Marcelo Pesseghini,
Marcelo Bovo Pesseghini, Benedita Bovo, 65, e Bernardete Silva, 55, só foram
encontrados à noite por um colega da PM e um familiar. A polícia informou que só
foi chamada ao local por volta das 18h30.
No horário que a vizinha afirma ter visto os homens saindo da
casa, por volta de meio dia, o garoto Marcelo ainda estava deixando a escola. A
polícia acredita que ele matou a família no final da noite de domingo ou
madrugada de segunda, dirigiu ainda na madrugada até a rua da escola, assistiu
às aulas, voltou para casa e se matou.
Versão contestada
A vizinha não acredita na versão divulgada pela polícia. Ela acredita que Andreia era o alvo do ataque. "Eu sabia que ela estava investigando alguma coisa errada aqui na Freguesia do Ó", diz. A PM foi a única que não estaria dormindo ao ser atacada - ela foi encontrada em posição de submissão, de joelhos.
A vizinha não acredita na versão divulgada pela polícia. Ela acredita que Andreia era o alvo do ataque. "Eu sabia que ela estava investigando alguma coisa errada aqui na Freguesia do Ó", diz. A PM foi a única que não estaria dormindo ao ser atacada - ela foi encontrada em posição de submissão, de joelhos.
A mesma vizinha diz que há meses um Meriva de cor prata estava
rondando a casa da família, passando informações sobre o local para alguém por
telefone. Ela não quis se identificar por temer represálias e não prestou
depoimento formal à polícia.
Um tio de Andreia, que também não quer se divulgar, também
duvida da versão policial. E diz que ao chegar na cena do crime, pouco depois de
um sobrinho e um colega de Andreia, atendeu dois telefonemas misteriosos.
"No dia desse crime, eu cheguei com meu filho na casa, estava
cheio de polícia, e o telefone da minha irmã tocou. Eu nem tinha visto o corpo
da minha irmã. Eu fui e atendi ao telefone, achando que era parente. A voz de
uma mulher falou, "é a casa do Marcelinho?". Eu falei, "quem quer falar com
ele?". Ela disse, "é da escola, é porque o Marcelinho não veio para a escola
hoje", conta. No primeiro depoimento, o tio não contou isso à polícia - ele
afirma que estava com a cabeça tão cheia que esqueceu. Ele prestou novo
depoimento nesta quinta.
O coronel Wagner Dimas, comandante do 18º Batalhão da Polícia
Militar, onde Andreia trabalhava, chegou a dizer na quarta-feira em entrevista a
uma rádio que a PM fez denúncias contra colegas de trabalho envolvidos em roubos
a caixas eletrônicos. Ele voltou atrás nesta quinta.
Após a grande repercussão com a declaração do comandante, ele
negou que tenha feito qualquer tipo de investigação contra policiais no batalhão
e que, por esse motivo, ninguém foi transferido. O depoimento dele à
Corregedoria foi divulgado pelo “SPTV”, da Rede Globo. No seu depoimento,
segundo a reportagem, ele afirmou que “se perdeu em suas argumentações para o
repórter” da rádio. Fonte: Jornal Correio da Bahia.
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